Viajar de moto pela Europa

Viajar de moto pela Europa

As viagens de moto têm características diferentes umas das outras, vários fatores influenciam. Isso depende, por exemplo, da região onde se roda.

As viagens de moto pela América do Sul são maravilhosas, mas sempre muito longas. Viaja-se milhares de quilômetros  para se chegar ao destino escolhido e voltar (Atacama 7.000 km, Salar Uyuni 6.000 km, Ushuaia 10.000 km). Muitos desses kms são rodados sem ter muitos atrativos turísticos pelo caminho. É preciso “devorar” o asfalto por longos dias.

Depois de chegar e fazer o turismo no local, na maioria das vezes espetacular – Cristo Redentor de Los Andes, Mano de Dios, Machu Picchu, por exemplo, é hora de voltar os milhares de quilômetros.

Nas viagens de moto pela Europa isso não acontece. As distâncias são infinitamente menores. Não se roda mais de 100 km sem chegar a um local de grande beleza natural ou importância histórica. É possível conhecer mais de dez países diferentes e suas culturas próprias se percorrermos menos de 8.000 km.

Mas não são as curtas distâncias com suas peculiaridades o ponto alto das viagens de moto pela Europa.  As estradas, as paisagens – diferentes daqueles que estamos acostumados na América do Sul em geral, são os grandes atrativos.

As Auto-Estradas com seu asfalto perfeito não são os caminhos ideais para quem quer conhecer as “entranhas” da Europa. Aqueles caminhos que não se acham no Maps ou GPS são os que realmente valem a pena explorar. Serras portuguesas, Cordilheiras espanholas, Pirineus, desfiladeiros profundos que margeiam pequenos rios, topos de montanhas, some-se a isso tudo locais mundialmente procurados para turismo. É o que faz valer a pena atravessar o Atlântico.

Conhecendo o caminho certo, sua viagem será ainda mais inesquecível.

   

 

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